sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

The Quickening




he he he ;)


e já agora...


As coisas que uma pessoa descobre. Encontrei isto num site:


The Quickening refers to a phenomenon in the Highlander films and television series. In the Highlander universe when one Immortal beheads another, the LIFE FORCE is released into the victor or to the closest Immortal nearby. This transfer of energy is known as the Quickening.

Interestingly "quickening" is also the term used when a pregnant mother can begin to feel her baby moving around inside her uterus. And in some culture, which I can't reference at the moment, when the mother first begins to feel movement, it is believed that is when the LIFE FORCE, or soul, enters the unborn baby.




THERE CAN BE ONLY ONE

:D

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Darina Immacolata

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Um pouco de Erotismo para começar bem o ano ;)

domingo, 25 de janeiro de 2009

O Bom, o Mau e o Vilão (1966)


Neste terceiro e ultimo filme da trilogia, Clint Eastwood regressa pela ultima vez no papel do "Man With No Name".

É de longe o mais ambicioso, esteticamente forte e com uma influência visual, nunca antes vista num Western. O Bom, O Mau e o Vilão(Il Buono, il brutto, il cattivo), é um filme repleto de acção e tiroteios num misto de mito e realismo. E agora, pela primeira vez em DVD, esta obra de arte épica do realizador Sergio Leone foi completamente restaurada até à sua glória total, com 18 minutos de cenas nunca antes vistas!


O "Homem Sem Nome" regressa, desta vez num bando de mais dois pistoleiros: Angel Eyes(Lee Van Cleef) e Tuco(Eli Wallach) para procurarem uma fortuna em ouro roubado. Mas o espírito de equipa não está muito presente nestes fora-da-lei de convicções fortes, e eles depressa descobrem que o seu maior desafio vai ser manterem-se atentos e ficarem vivos, num país devastado pela guerra civil.

Dentro de um estilo único e vibrante de acção nunca antes visto e desde então nunca igualado, O Bom, O Mau e o Vilão(Il Buono, il brutto, il cattivo) inova o Western com o verdadeiro estilo de Clint Eastwood!


Mais um filme que eu recomendo a todos.




Trailer:




DVD Trailer:

Por Mais Alguns Dolares (1965)





Completei esta semana o visionamento da trilogia dos Dólares do realizador italiano Sergio Leone na ciclo dedicado a Clint Eastwood na Cinemateca Portuguesa.

Neste segundo filme, Clint Eastwood regressa no papel do "Man With No Name"(apesar dele ter nome nos primeiros filmes e uma alcunha no 3º mas que poucas vezes são repetidos). Com o argumento de Luciano Vicenzoni e com a assombrosa banda sonora de Ennio Morricone, "Por Mais Alguns Dólares(Per Qualche Dollari In Più)", é um clássico moderno.


Eastwood é um perspicaz e astuto caçador de prémios na perseguição sangrenta de Indio(Gian Maria Volontè), o mais tenebroso e ameaçador criminoso do território. Mas o seu impiedoso rival, o Coronel Mortimer (Lee Van Cleef, O Comboio Apitou Três Vezes) está determinado em capturar Indio primeiro... morto ou vivo! Falhando em capturar a sua presa, ou em eliminarem-se um ao outro, os dois ficam só com uma opção: juntarem esforços, ou enfrentarem uma morte certa às mãos de Indio e do seu bando de foras da lei assassinos.




Um filme que eu recomendo a todos os verdadeiros amantes do cinema.



Trailer:




Trailer 2:

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

IRON MAIDEN: Flight 666 - The Movie teaser trailer

British heavy rock legends, Iron Maiden, in association with Banger Productions, EMI Records, Universal (USA) and Arts Alliance Media, announce that they will be releasing a feature length documentary film into cinemas worldwide on April 21st 2009.





More info: http://www.ironmaiden.com/index.php?categoryid=8&p2_articleid=1058



Hell yes! \m/

Abel Xavier ?!



WTF?!






LOL

domingo, 18 de janeiro de 2009

Amantes



Noites ...
Noites em que procuro tanto
Rolar em teus braços ... cobrir-te de beijos
Conter toda a lágrima deste meu pranto
Saciar meu amor ... e meus loucos desejos
Com meus lábios labutar em teus seios
Que ora ostenta dois bicos imponentes
Sob a noite que assiste sem receios
O amor nestes dois corpos valentes
Passear em teu corpo frágil de menina
De menina mas com cheiro de mulher
Que se faz dama mas amando me alucina
Corpos que rolam na cama, rolando nus
Entre coxas... abraços... amor que quer
Continuar com o primeiro faixo de luz.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Redescobrindo a Terra-Media/Remains of Middle-Earth

A partir de hoje, irei colocar aqui fotos dos mais variados locais do mundo, onde monumentos, edifícios e paisagem parecem ser vestígios ou memorias da Terra-Media imaginada pela mente de escritor J.R.R. Tolkien.


Acompanhem-me nesta viagem de redescoberta da Terra-Media/ So come with me and rediscover Middle-Earth.




domingo, 11 de janeiro de 2009

O Senhor dos Aneis: A Irmandade do Anel (2001)




Deixo hoje aqui uma critica ao filme O Senhor dos Anéis: A Irmandade do Anel (Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring), que vi durante ao Natal mas que fiquei impossibilitado de colocar logo a seguir aqui no blog.

Confesso que a primeira vez que vi este filme foi em dvd. Já tinha ouvido falar da obra mas nunca me tinha chamado a atenção. Na altura em que isso finalmente aconteceu, já tinha saído das salas de cinema "O Senhor dos Anéis. As Duas Torres". Fiquei mesmo desolado. No entanto a sorte estava comigo e alguns meses antes de estrear a 3ª parte desta saga, "O Senhor dos Anéis: O Regresso do Rei", os cinemas Millennium no C.C. Alvalaxia, iam exibir as versões alargadas no grande ecrã. Nem quis acreditar em tanta sorte: ia poder ver finalmente em cinema os dois primeiros filmes e logo as versões alargadas com mais cenas da Terra Media e suas personagens.
Depois do visionamento das duas películas, tornei-me um grande apreciador e também se tornou tradição cá em casa, ver a trilogia d' "O Senhor dos Anéis"(Lord of the Rings), durante as festas de Natal e foi o que fiz, mais uma vez este ano.


Dos três filmes da trilogia, este é o q mais gosto, contrariamente á preferência da maioria. Talvez porque na versão alargada há mais cenas do Shire/Hobbiton, onde podemos desfrutar mais daqueles campos verdejantes cheios de flores e da sua tranquilidade, frescura e pureza. Por outras palavras o Campo. Talvez por eu na minha adolescência ter passado a maior parte das minhas ferias de verão na terra da minha mãe, uma pequena aldeia no concelho de Chaves, em pleno campo, que eu fiquei a amar o campo no seu auge, onde tudo é colorido, as pessoas andam alegres, os vários animais do campo e selvagens, a pureza e frescura do ar, os finais de tarde solarengos a ver o por do sol, deixando aquele vermelho, laranja e rosa marcado no seu, as aventuras pelo campo fora com os amigos, etc. Todas estas lembranças regressam á minha memória quando vejo, principalmente, a parte inicial do filme. Ver tudo isto num ecrã gigante amplifica ainda mais essas memorias.

O filme "O Senhor dos Anéis", é verdadeiramente uma obra prima em todos os sentidos. Tanto na concretização de criar, de fazer nascer a Terra Media e fazer nos crer que ela existiu mesmo, como não desfigurar a obra literária quando passada para o cinema. Quando eu vejo esta trilogia, fico com a sensação de que realmente todas aquelas civilizações e povos existiram, tal é a realidade chapada nos edifícios, roupas, armas e paisagem, que desfilam perante o meu olhar.


A Terra Média, um universo delirantemente imaginativo produto saído do génio de J.R.R. Tolkien, por entre raças tão diferentes como os pequenos e descalços hobbits, seres imortais, anões, mágicos, feiticeiros e outros ainda mais indescritíveis. Uma obra convertida que nos leva a um mundo mitológico e irreal, desenvolvida num alucinante ritmo de perseguição e luta, de ambição desmedida e traição por ela, de amor e de magia, de muito e bom humor também. O ambiente exalta ao som de uma poderosíssima banda sonora, o mistério adensa-se e caminha lado a lado com cenários criados a partir de efeitos visuais espantosos, as aventuras fantásticas da luta que une as diferenças raças na Irmandade do Anel e que representam o Bem contra o Mal, protagonizado este em Saurón e Saruman, revelam-se projectadas em efeitos especiais excelentes e na justa medida do que se pretende.

É, sem dúvida, uma experiência única. O neo-zelandês Peter Jackson, realizador deste extraordinário filme, merece muito do enorme crédito que se concede à película, mas também Howard Shore, responsável pela banda sonora, tem grandes responsabilidades neste sucesso. Ao nível da representação, os destaques vão para Ian McKellen (um fantástico Gandalf), Elijah Wood (o fabuloso Frodo, pequeno e determinado hobbit), Viggo Mortensen (o fiel Aragorn) e para Liv Tyler (a elfa Arwern, que se decide pela mortalidade mas cuja beleza permanecerá imutável como uma deusa), mas todos os actores estão a um nível muito elevado.

Aqui está um filme feito com peso e medida e não assentado apenas no abuso dos efeitos especiais (CGI), relegando pra segundo plano a historia e distorcendo o seu verdadeiro objectivo. Filmes feitos com esta classe, tornam-se instantaneamente em filmes de culto e mais tarde em clássicos da 7ª arte. Tenho pena, que desde que a trilogia foi feita nada se tenha aprendido para alem de se fazerem filmes baseados em obras literárias de fantasia mas onde o excesso de efeitos sobrepõem-se á historia, convertendo esses filmes em "mais um filme de fantasia e de efeitos especiais".

Sem duvida um filme a rever e a ver para quem acha que a fama que esta trilogia tem é exagerada.


Site official de Lord of the Rings: http://www.lordoftherings.net/





Trailers:

sábado, 10 de janeiro de 2009

Fotos. Update.

Devido a uma incompetência dos srs técnicos da PcClinic, a drive onde tinha fotos, tanto antigas, como recentes (profissionais e pessoais) foram perdidas para sempre. Isto criou-me uma grande revolta e desalento como devem calcular. Por isso tenho esperado ganhar um novo animo para voltar a tirar fotos e quando isso acontecer, podem ter a certeza que voltarei a colocar a aqui as minhas fotos artísticas como tinha até então feito no meu antigo blog "Panorama".

Isso já esteve mais longe de acontecer. Portanto cruzem os dedos e podem ser que um dia destes tenham uma surpresa ;)


D.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Frio?! Isto é que é Frio!

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Um bom e quentinho fim de semana ;)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

FELIZ ANO 2009 / HAPPY NEW YEAR 2009




E que o ano que vai entrar seja bem melhor que este que nos vai deixar, são estes os meus desejos.


Quanto á minha ausência, deve-se uma por motivos de saúde e outra por problemas em fazer log in aqui. Por isso uns topicos que estavam preparados para colocar aqui ficaram sem efeito.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Rhapsody - Symphony of Enchanted Lands (1998)




Tracklist:
1.Epicus Furor
2.Emerald Sword
3.Wisdom of the Kings
4.Heroes of the Lost Valley
5.Eternal Glory
6.Beyond the Gates of Infinity
7.Wings of Destiny
8.The Dark Tower of Abyss
9.Riding the Winds of Eternity
10.Symphony of Enchanted Lands
Bonus track:
11.Where Dragons Fly (rare duet version)



Fabio Lione - Lead and Backing Vocals
Luca Turilli - Eletric, Acoustic & Classical Guitars
Alex Staropolli - Keyboard, Harpsichord & Piano
Daniele Carbonera - Drums & Percussion
Alessandro Lotta - Bass




Após o lançamento do aclamado álbum de estreia ‘Legendary Tales’ em 1997, os Rhapsody necessitavam de um poderoso álbum para se manter á tona da cena metal, e acertam em cheio ao lançar o álbum ‘Symphony of Enchanted Lands’ em 1998, onde a banda começa com pequenas tours, e mostra de vez que estava mais do que preparada para se afirmar na cena musical mundial!

Assim como o título do álbum já sugere, a criatividade dos líderes Luca Turilli (guitarra) e Alex Staropolli (teclados) estava em alta ao comporem este álbum que vai além dos títulos de “Power Metal Melódico” e alcança um patamar bem acima da média das demais bandas!

Mas nem tudo era luz para os Rhapsody e as críticas também vinham em catadupa devido ao som da banda ser impossível de ser executado totalmente ao vivo! Ainda assim a banda fez os seus concertos contando com muitos samplers (por vezes mais do que o necessário).


Um album recheado de excelentes musicas, podem-se destacar algumas como, o majestoso intro ‘Epicus Furor’ em que fica logo claro a enorme evolução da banda neste seu segundo trabalho. A próxima faixa, o single ‘Emerald Sword’, tornara-se o maior clássico da banda! Futuramente ovacionada pelos fãs nos concertos, com o seu refrão orelhudo, com grandes melodias e harpejos na medida certa! Esta é sem dúvida um dos grandes destaques não só do álbum, mas de toda a carreira destes italianos. É praticamente impossível ouvir o refrão e não sair cantando.

O ritmo não pára, e o intro de ‘Wisdom of the Kings’ engana o ouvinte, pensando que está por vir uma música cadenciada, mas toma lá velocidade! Com os seus poderosos trompetes, e uma bela harmonia de teclado, esta acaba por seguir a mesma linha da ‘Emerald Sword’.

Originalmente sendo parte da faixa ‘Eternal Glory’, a ‘Heroes of the Lost Valley’ tem um belo solo de flauta, acompanhado por um cravo e encerrada com a narração de Sir Jay Lansford (representando o personagem Aresius). Esta seria a primeira de grandes narrações que a banda ainda faria, com grandes interpretações e aqui dando o clima certo para ‘Eternal Glory’ finalmente mostrar o seu poder! Numa versão bem modificada da original, esta faixa é particularmente uma das melhores músicas do álbum, pois nos seus sete minutos e meio, é a que mais faz viajar pelas histórias contadas pela banda, talvez por ter um começo muito semelhante á banda sonora de filmes.

‘Beyond the Gates of Infinity’ também é muito teatral, e o seu riff de guitarra abafado combinou muito bem a faixa. O solo de guitarra e o de teclado aqui são bem diferentes do habitual pela banda, e ao invés dos famosos harpejos, apresentam muito ‘feeling’!

A cadenciada, ou poderia até chamar de balada, ‘Wings of Destiny’, traz um belo clima ao álbum, com grandes acordes de piano.

Depois de relaxar, a banda volta com a poderosa musica‘The Dark Tower Of Abyss’, que com seu ‘intro’ conquista qualquer um! Com suas passagens rápidas, e outras sombrias, contando com um solo pomposo de Staropolli, e passando por mais uma grande narração de Sir Jay Lansford.

Não esquecendo o tema titulo, um épico colosso, cheio de grande textura cinematográficas e sons medievais e celtas, leva-nos para um outro mundo, outra civilização que quase soa verídicas e que nos faz lembrar o mundo criado por J.R.R. Tolkien nas suas obras na Middle Earth (The Hobbit, Senhor dos Anéis). Assim se inicia o primeiro dos grandes épicos da banda, que se tornariam as melhores e mais criativas composições já feitas por eles, e "trademark" dos Rhapsody. ‘Symphony of Enchanted Lands’, começa com uma dramática narração, e uma perfomance invejavel de Fabio Lione acompanhado por um órgão! Ao longo de seus mais de treze minutos, vemos marchas, riffs poderosos, muitas orquestrações, e Fabio Lione realmente interpretando a letra (que transmite o sentimento de vingança, após a perda de um ente querido). O refrão tem o seu trecho em latim, e é seguido de uma participação da cantora barroca Constanze Vaniyne.
Apesar de alguns fãs não gostarem da ausência de peso, este é na minha opinião o melhor álbum dos Rhapsody.

Todo o poder das melodias e das partes orquestradas estão aqui, e o segundo capítulo da “Algalord Chronicles” certamente cumpriu o seu papel, e manteve a banda de vez na cena metal mundial, deixando de ser vista como um projecto.

Um album que eu recomendo.


Site oficial da banda:
http://rhapsodyoffire.com/rhapsody/index.php


Topicos relacionados / realated topics:
-rhapsody-of-fire-triumph-or-agony
-rhapsody-symphony-of-enchanted-lands II

Rhapsody - Symphony of Enchanted Lands (download only available for 7 days):
DOWNLOAD CD




Wisdom of the Kings video:



Epicus Furor/Emerald Sword video:

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O Senhor dos Aneis: A Irmandade do Anel (2001)



Deixo hoje aqui uma critica ao filme O Senhor dos Anéis: A Irmandade do Anel (Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring), que vi durante ao Natal mas que fiquei impossibilitado de colocar logo a seguir aqui no blog.
Confesso que a primeira vez que vi este filme foi em dvd. Já tinha ouvido falar da obra mas nunca me tinha chamado a atenção. Na altura em que isso finalmente aconteceu, já tinha saído das salas de cinema "O Senhor dos Anéis. As Duas Torres". Fiquei mesmo desolado. No entanto a sorte estava comigo e alguns meses antes de estrear a 3ª parte desta saga, "O Senhor dos Anéis: O Regresso do Rei", os cinemas Millennium no C.C. Alvalaxia, iam exibir as versões alargadas no grande ecrã. Nem quis acreditar em tanta sorte: ia poder ver finalmente em cinema os dois primeiros filmes e logo as versões alargadas com mais cenas da Terra Media e suas personagens.
Depois do visionamento das duas películas, tornei-me um grande apreciador e também se tornou tradição cá em casa, ver a trilogia d' "O Senhor dos Anéis"(Lord of the Rings), durante as festas de Natal e foi o que fiz, mais uma vez este ano.

Dos três filmes da trilogia, este é o q mais gosto, contrariamente á preferência da maioria. Talvez porque na versão alargada há mais cenas do Shire/Hobbiton, onde podemos desfrutar mais daqueles campos verdejantes cheios de flores e da sua tranquilidade, frescura e pureza. Por outras palavras o Campo. Talvez por eu na minha adolescência ter passado a maior parte das minhas ferias de verão na terra da minha mãe, uma pequena aldeia no concelho de Chaves, em pleno campo, que eu fiquei a amar o campo no seu auge, onde tudo é colorido, as pessoas andam alegres, os vários animais do campo e selvagens, a pureza e frescura do ar, os finais de tarde solarengos a ver o por do sol, deixando aquele vermelho, laranja e rosa marcado no seu, as aventuras pelo campo fora com os amigos, etc. Todas estas lembranças regressam á minha memória quando vejo, principalmente, a parte inicial do filme. Ver tudo isto num ecrã gigante amplifica ainda mais essas memorias.

O filme "O Senhor dos Anéis", é verdadeiramente uma obra prima em todos os sentidos. Tanto na concretização de criar, de fazer nascer a Terra Media e fazer nos crer que ela existiu mesmo, como não desfigurar a obra literária quando passada para o cinema. Quando eu vejo esta trilogia, fico com a sensação de que realmente todas aquelas civilizações e povos existiram, tal é a realidade chapada nos edifícios, roupas, armas e paisagem, que desfilam perante o meu olhar.


A Terra Média, um universo delirantemente imaginativo produto saído do génio de J.R.R. Tolkien, por entre raças tão diferentes como os pequenos e descalços hobbits, seres imortais, anões, mágicos, feiticeiros e outros ainda mais indescritíveis. Uma obra convertida que nos leva a um mundo mitológico e irreal, desenvolvida num alucinante ritmo de perseguição e luta, de ambição desmedida e traição por ela, de amor e de magia, de muito e bom humor também. O ambiente exalta ao som de uma poderosíssima banda sonora, o mistério adensa-se e caminha lado a lado com cenários criados a partir de efeitos visuais espantosos, as aventuras fantásticas da luta que une as diferenças raças na Irmandade do Anel e que representam o Bem contra o Mal, protagonizado este em Saurón e Saruman, revelam-se projectadas em efeitos especiais excelentes e na justa medida do que se pretende.

É, sem dúvida, uma experiência única. O neo-zelandês Peter Jackson, realizador deste extraordinário filme, merece muito do enorme crédito que se concede à película, mas também Howard Shore, responsável pela banda sonora, tem grandes responsabilidades neste sucesso. Ao nível da representação, os destaques vão para Ian McKellen (um fantástico Gandalf), Elijah Wood (o fabuloso Frodo, pequeno e determinado hobbit), Viggo Mortensen (o fiel Aragorn) e para Liv Tyler (a elfa Arwern, que se decide pela mortalidade mas cuja beleza permanecerá imutável como uma deusa), mas todos os actores estão a um nível muito elevado.

Aqui está um filme feito com peso e medida e não assentado apenas no abuso dos efeitos especiais (CGI), relegando pra segundo plano a historia e distorcendo o seu verdadeiro objectivo. Filmes feitos com esta classe, tornam-se instantaneamente em filmes de culto e mais tarde em clássicos da 7ª arte. Tenho pena, que desde que a trilogia foi feita nada se tenha aprendido para alem de se fazerem filmes baseados em obras literárias de fantasia mas onde o excesso de efeitos sobrepõem-se á historia, convertendo esses filmes em "mais um filme de fantasia e de efeitos especiais".

Sem duvida um filme a rever e a ver para quem acha que a fama que esta trilogia tem é exagerada.


Site official de Lord of the Rings: http://www.lordoftherings.net/



Trailers:








































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Quando é que os direitos humanos serão respeitados por todos e deixar de se falar neles apenas quando convem ?